A lombalgia é uma queixa comum entre as grávidas, sendo estimado que 50-70% das gestantes tenham em algum momento da gravidez ou durante o puerpério.

A dor é definida como um cialis generique fiable cialis 5 mg kaГ§ lira papers quality religion research student theology tom cruise lexapro precio viagra espaa buy prednisone otc all topics for essay source simple essay about hari raya aidilfitri ib english thesis statement the craft of research pdf download medication side effects paxil apple paper all nighter essay tips for kids essays about art see https://zacharyelementary.org/presentation/english-essay-dignity-of-labour/30/ promoting good health coursework ao2 describe process chemoessay https://vabf.org/reading/college-writing-research-paper/250/ sample business school application essays get link enter site essay for dsssb exam see persuasion speech topics get link cheap scholarship essay writers websites usa https://www.nationalautismcenter.org/letter/ethics-paper-topics/26/ ap lang 2001 essay about myself college custom ezessays.us paper paper paper term term term https://ncappa.org/term/evaluate-essay-example/4/ desconforto na região lombar inferior, devido a uma combinação de fatores mecânicos, circulatórios, hormonais e psicossociais. Geralmente tem característica em queimação, de moderada a forte intensidade, sem irradiação e intermitente.

O centro de gravidade nas gestantes é deslocado para frente devido ao aumento do abdome e das mamas, levando a alterações de postura (redução do arco plantar, hiperextensão dos joelhos e anteversão pélvica). O ganho de peso resulta em instabilidade da articulação sacroilíaca e no aumento da lordose lombar.

No último trimestre há compressão dos grandes vasos pelo útero gravídico, causando uma diminuição do fluxo sanguíneo medular, que pode causar a lombalgia.

Há também a secreção do hormônio relaxina pelo corpo lúteo, que promove frouxidão ligamentar tornando as articulações, em especial a coluna e os quadris, menos estáveis e mais susceptíveis ao estresse e a dor. O hormônio progesterona causa retenção hídrica, que também pode contribuir com a queixa.

Um fato interessante é que quanto mais jovem é a gestante, maior a chance de desenvolver lombalgia.

Diversos estudos concluem que a lombalgia gestacional é uma queixa importante tanto pela sua prevalência quanto pelo desconforto que provoca, com influência negativa na qualidade do sono, na disposição física e na vida social.
Grande parte das gestantes relata que a dor lombar começa no 2º trimestre (14 a 27 semanas).

O tratamento da lombalgia gestacional deve ser multiprofissional, envolvendo médicos ortopedistas e obstetras, além do trabalho dos fisioterapeutas especializados. Atividades físicas supervisionadas, exercícios de conscientização corporal e orientação postural ajudam na prevenção e redução da lombalgia gestacional.